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sábado, 19 de junho de 2010

Sem título II

Quis resistir ao sono e à preguiça que só uma sesta proporciona, acabei por mergulhar no deleite da escrita, nas promessas que as ilusões tão bem conseguem propiciar. Sonhos sonhados à velocidade do som, ao sabor dos encantos surreais, com a vertigem por promessa nas investidas do tempo, dando vontade própria ao querer dos sentidos. Ousadias de quem consegue superar medos, enfrentando tempestades. Qual mar revolto e zangado que só a mudança de maré acalma.
NM

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Sopro

Às vezes apetece-me vaguear à chuva
Livremente, cabelos soltos
Soprar ao vento
Baixinho
Até que o silêncio doa.
Andar pelo mundo
Sem parar
O sopro do vento como guia
Corpo e alma em uníssono
Em busca de sol e de sombra
De mim e de ti.
NM