Porque será que quanto mais precisamos de nós mesmos, menos nos valemos? Que estranhas forças nos impelem para darmos ouvidos a quem mal sabe para si? Ah! Estupidez humana que faz depender das asas dos outros o poder que tem nas próprias! Meu Deus porque nos fizeste à tua imagem e semelhança no parecer e raramente no ser? Porque temos que ser tão tremendamente ingratos, cuspir no prato que nos dá o pão e menosprezar o abraço que nos conforta? Porquê magoar quem nos consola? A resposta é muito simples… Que Deus nos ajude sempre a discernir o que podemos mudar, daquilo que não podemos.
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Quantidade e qualidade…
Quanto de...
orgulho há dentro de cada Português falido,
austeridade aguenta cada Lusitano,
competência investimos no trabalho,
motivação é investida em nós?
Quanto de…
sentir medo é cobardia,
de ser audaz é valentia?
de chorar é de alegria,
de rir é de tristeza?
Quanto de…
nós damos ao outro,
nós mesmos é verdade,
nós damos ao outro,
nós mesmos é verdade,
nós acredita e tem Fé na mudança?
sábado, 15 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Paradoxos
Sentirmo-nos sós no meio da multidão e não nos conseguirmos realizar sem os outros. Sermos pessoas cultas e com vontade de inovar e rendermo-nos ao marasmo das banalidades diárias. Sermos razão e emoção e conseguirmos sobreviver… São cada vez mais raros os que arriscam viver plenamente. Dá muito trabalho e desgasta… É muito mais fácil descansar, ver televisão, ler um livro, concordar, ter paz e sossego, como já disse, sobreviver. Até quando? A saudade dá-nos a certeza dos momentos em que valeu a pena viver. Viva a audácia! Viva a vida! Afinal, amanhã é outro dia!
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Vida!
“A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.”
Mário Quintana
domingo, 9 de outubro de 2011
Tentativas...
Se eu fosse água seria mar
Belo, imenso, livre e arriscado
É bom navegá-lo e saber conjugar o verbo respeitar…
Se eu fosse um mês seria Junho, porque na vida é preciso avançar
Já fui Maio por ser um mês de muito amor,
A vida não pára e veio juntar-se-lhe, também, muita dor…
Se eu fosse uma estação seria a primavera
Já fui verão, adorei o Outono e gostei do inverno
Mas a primavera, essa será, para sempre, a eleita…
Se fosse música, ou letra, teria dificuldade em escolher
Amo a música, adoro a palavra,
E não imagino viver sem qualquer delas.
Se fosse um verbo seria perdoar
Já que implica amar, sofrer e gostar
Para avançar é preciso, com frequência, conjugá-lo…
Se me quisesse definir num símbolo seria
Algures entre liberdade, paz, igualdade, amor e amizade,
Certamente, por aí, reside a minha identidade!
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