sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Reflexão de fim de tarde

A distância pode separar dois olhares, mas nunca dois corações.
Autor anónimo

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Escolhas

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“Uma pessoa imatura pensa que todas as suas escolhas geram ganhos. Uma pessoa madura sabe que todas as escolhas têm perdas.”

Adoecer colectivamente...

Imagem retirada da Internet
"Não podemos esquecer que os professores de todo o mundo estão a adoecer colectivamente. Os professores são cozinheiros do conhecimento, mas preparam o alimento para uma plateia sem apetite. Qualquer mãe fica um pouco paranóica quando os seus filhos não se alimentam. Como exigir saúde dos professores, se os seus alunos têm anorexia intelectual? "
Augusto Cury

domingo, 23 de outubro de 2011

Porque hoje é domingo

Imagem retirada da Internet
Há coisas que não são fáceis de admitir. Nada mesmo. Deus é a nossa grande testemunha e inspiração. Pelo Seu sofrimento, bondade e infinita misericórdia, entre muitos outros predicados. Que Ele nos ilumine hoje e sempre. Aceitemos que os seus desígnios são, realmente, insondáveis.

sábado, 22 de outubro de 2011

Imensidão

A minha fotografia

Há muito tempo
                      que o nosso silêncio
                      diz mais de nós dois
                                                                            do que nós mesmos.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Gestos

Que nos tocam
Mudam formas de estar
Trazendo novos coloridos
Às tintas gastas de todos os dias!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Reflexão ao entardecer!

Há coisas que só quem ama e vive entende. Por muito que se procure explicar, não se consegue. Quem tem muita emoção dentro de si, por vezes, não consegue dar ouvidos à razão. Há pessoas que têm momentos assim! Amam e odeiam, não conseguem ficar indiferentes perante situações de injustiça ou que interpretam como injustas. Vem isto a propósito de alguns posts que se vêem na blogsfera, não constituindo o meu excepção. Vale a pena reflectir que quem escreve fá-lo muitas vezes por necessidade intrínseca, por gosto de comunicar, ou simplesmente porque lhe apetece. Por vezes um misto de tudo e de nadas que brotam e se criam pelo prazer simples de ler o que se escreveu, sabendo de antemão, que a palavra uma vez escrita deixa de ser pertença de quem a escreve e passa a pertencer, também, ao leitor. Para o bem e para o mal. Essa perda, que também pode ser ganho, constitui muitas vezes inspiração para quem escreve, outras funciona ao contrário. Perdoem-me os leitores mas hoje, só hoje, deu-me para partilhar convosco estas palavras que ao correr da pena brotaram para vocês que têm a paciência e perseverança de me ler e procurar compreender... Obrigada. Apesar de amar a forma poética é na reflexão que muitas vezes me consigo encontrar. Como adoro palavras e flores, hoje, é o que vos dou. E também muita esperança porque afinal, amanhã é outro dia!