Há momentos na vida em que é preferível ser dono/a do silêncio do que escravo/a das palavras.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Certeza
Que o ridículo é apanágio de muito boa gente. E não só dos apaixonados, porque desse ridículo todos sofremos em algum momento das nossas vidas, felizmente acrescento eu. Não, falo do ridículo em estado normal. Existe mesmo. E tanto tem de cómico como de triste. Como dizia alguém muito querido, “ninguém se conhece”. Pois é! É muito fácil apontar imperfeições aos outros. Difícil é reconhecer as nossas, e ter a humildade e força de carácter suficientes para não atacar quem não se pode defender. Para além disso, proponho, ainda, que se acrescente à reflexão o recurso sistemático ao auto-elogio, também esse sintomático e recorrente de “quem não se conhece”. É que os elogios, sempre me ensinaram, devem vir dos outros!
domingo, 30 de outubro de 2011
Reflexões agridoces
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| Imagem retirada da Internet |
Coisas simples que sabem muito bem seja Domingo ou em qualquer dia da semana:
Ø o som da mensagem ansiada que chega;
Ø o som do telemóvel que toca trazendo a voz que se deseja ouvir;
Ø a mensagem de email que nos anima;
Ø o som daquela música que nos lembra bons momentos;
Ø o sentir inesquecível daquele instante que talvez não volte;
Ø a chuva que cai disfarçando a lágrima ora de tristeza, ora de alegria;
Ø o cheiro a terra molhada;
Ø as ondas do mar a bater na praia e o horizonte longínquo;
Ø o sol resplandecente que nos aquece e acaricia;
Ø o quentinho do abraço que nos envolve e afaga;
Ø o campo repleto de flores amarelas ou outras cores;
Ø o aconchego do amor que nos envolve;
Ø a Fé inabalável em Deus e num amanhã melhor;
Ø e muitas outras coisas que a vida nos ensina a apreciar e a conquistar…
Ø o som da mensagem ansiada que chega;
Ø o som do telemóvel que toca trazendo a voz que se deseja ouvir;
Ø a mensagem de email que nos anima;
Ø o som daquela música que nos lembra bons momentos;
Ø o sentir inesquecível daquele instante que talvez não volte;
Ø a chuva que cai disfarçando a lágrima ora de tristeza, ora de alegria;
Ø o cheiro a terra molhada;
Ø as ondas do mar a bater na praia e o horizonte longínquo;
Ø o sol resplandecente que nos aquece e acaricia;
Ø o quentinho do abraço que nos envolve e afaga;
Ø o campo repleto de flores amarelas ou outras cores;
Ø o aconchego do amor que nos envolve;
Ø a Fé inabalável em Deus e num amanhã melhor;
Ø e muitas outras coisas que a vida nos ensina a apreciar e a conquistar…
sábado, 29 de outubro de 2011
Desafios
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| Imagem retirada da Internet |
A Educação/Aprendizagem ao Longo da Vida tem vindo a transformar a nossa sociedade. Trata-se de um conceito que se tem vindo a enraizar em todas as camadas sociais. Acredita-se, também, que a educação e o desenvolvimento estão intrinsecamente ligados. Constata-se que os nossos tempos estão assolados por profundas transformações que exigem de todo o indivíduo/a uma actualização constante ao nível das competências, quer se trate da trajectória pessoal, quer profissional. O próprio conceito de competência está em constante mutação. Estes factos justificam o desafio da defesa acérrima subjacente à da Educação de Adultos. Apesar de existir um certo negativismo preconceituoso quanto às capacidades cognitivas e o desempenho intelectual das pessoas adultas, ambiciona-se através duma prática consistente assente em exemplos contrariar esta linha de pensamento. Efectivamente, desde que não exista doença associada, a capacidade cognitiva não desaparece com a idade, apenas a capacidade de resposta pode tornar-se um pouco mais lenta. A capacidade de aprender é comum a quase todos os adultos que podem aprender quase tudo o que quiserem se dispuserem de tempo, persistência e assistência.
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
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