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| Foto retirada da Internet |
sábado, 6 de outubro de 2012
Fragilidades…
sábado, 22 de setembro de 2012
Olá outono…
| Jardins de Serralves |
Olá outono mágico! Bem-vindo. Adoro as tuas cores, os tons amarelados, alaranjados e avermelhados. Tornam mais presente a paixão de viver. O acreditar no projeto que se delineou, com as mudanças óbvias que a vida nos coloca, fazendo as escolhas que a Fé nos indica e a dignidade nos impõe, mas sem nos desviarmos do caminho que achamos correto na busca eterna de sermos felizes.
Se o destino, somos nós que o fazemos, então há que não dormir em serviço! O olhar profundo e sincero, o sorriso nos lábios. Se formos honestos e verdadeiros connosco próprios, jamais seremos falsos com alguém. Por isso creio em olhares e sorrisos! Palavras, leva-as o vento. Acredito mais nos atos! Sempre!
sábado, 15 de setembro de 2012
Ainda…
| Serralves |
Quando a renúncia do mundo nos dói na alma é hora de abandonar a solidão e o silêncio. Há que escrever livremente na crista da onda ou na brisa do vento. As palavras podem libertar muito a mente. A vida ainda vai esperando. O caminho pode ainda ser encontrado. Lá à frente pode estar aquele sonho que espera sem pressa. Acordar é sempre uma bênção. Ao amanhecer, ao entardecer, ao anoitecer…Tanto faz.
sábado, 8 de setembro de 2012
Livros que semeiam sonhos
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| Imagem retirada da Internet |
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Voltas …
Diz-nos a sabedoria popular que não se deve cuspir para o ar. Quanta volta, quanta cambalhota, quanta reviravolta dá a vida…
Gosto de começos, não gosto de fins. Desde o amanhecer, ao início do ano, ao princípio de um projeto (de vida ou outro) e a tantos outros começos que nem sei por onde começar… Já quanto a finais, tirando o dos romances/novelas em que os protagonistas são felizes para todo o sempre, ou de certas más experiências, como, por exemplo, doenças físicas ou de alma, quanto a finais dizia eu, sinto-lhes uma certa angústia, misturada com amargura e um sentimento de perda, difícil de explicar. Desde o final de dia, com algumas saborosas exceções, ao final de ano letivo ou civil, ao final de um projeto, ao final de férias, de fim-de-semana, e de muitos outros finais de que prefiro nem falar… Mas viver é isso mesmo: começar, terminar, recomeçar…
Seja como for, cá estamos prontos para mais um recomeço. Por agora, refiro-me ao ano letivo, obviamente. Sofrido, incerto, mas a ser encarado de sorriso aberto, com aquela vontade de tentar dar o nosso melhor todos os dias, com Fé, determinação e muita convicção.
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Brindar ao novo dia…
Há dias em que o sol nasce mais lentamente que o habitual. Outros há em que nem sequer o chegamos a ver. Belos são aqueles em que o seu brilho parece querer aquecer-nos o corpo e a alma, colorindo a vida de tons originais e mágicos. No entanto, a sua luminosidade é sempre igual.
Há sinais que nos alertam para as sombras, que ignoramos por pura tolice. A verdade é que os dias mais sofridos e escuros ajudam-nos a dar valor, claridade e sabor aos outros. Há um momento do dia em que ainda não é de noite. É nesse instante que vemos tudo mais claramente. Sem vícios nem subterfúgios…
Todos temos esse momento iluminado, antes ou depois do entardecer, antes ou depois do anoitecer, antes ou depois do amanhecer, não importa, o amanhã trará sempre a certeza de um novo dia.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Sonho de um dia de Verão...
| Palácio de Versalhes |
Foi um sonho breve mas tão intenso que cabe numa vida inteira. Dou voltas e reviravoltas mas o filme não me sai da cabeça. A estrada era toda nossa. Recordo o momento em que te vi num instante breve e mágico. Como se te conhecesse desde sempre. Vestias branco como te tinha idealizado há tanto tempo… Era tarde, a tua mão na minha, leve e cálida, parecia finalmente ter encontrado o seu lugar… No teu sorriso me revi como se tivesse chegado a casa de uma longa viagem… No teu olhar mergulhei desnudada de coração limpo inundando e transbordando afectos … Quis o destino que não tivessem passado de simples instantes, mágicos, como uma obra-prima retirada de um qualquer museu de Paris... Qual cena da vida inebriante só comparável às sensações provocadas por puros clássicos e modernos do mundo das artes. Um estado zen que reconheci junto a ti. O filme era nosso. A casa era toda envidraçada, frente ao mar imenso e nosso aliado sem o termos visto nunca juntos. Hoje navego em palavras que disse, mergulho em pensamentos que não verbalizei, revivo momentos que jamais esquecerei e que tu nem por sombras imaginas…
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