NM
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Gosto muito...
NM
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
Coisas simples
Pão com manteiga
Café com leite
Madrugadas douradas
Entardeceres prateados
Recheados de sonhos e de promessas
Como só as almas de poeta sabem fazer…
NM
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Venezia
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Luz e sombra
Levam-me as palavras
ao sabor do vento…
Fogem-me os tons,
os sons, tactos e gostos!
Vêm-me à memória
em laivos esbatidos
rastos de quereres,
de beijos fluidos...
Pelas palavras levados
e trazidos…
Promessas do tempo
que há-de vir…
Harmonias espontâneas
sem imposições, nem falhas...
Com ingredientes de qualidade...
Gourmet…
NM
ao sabor do vento…
Fogem-me os tons,
os sons, tactos e gostos!
Vêm-me à memória
em laivos esbatidos
rastos de quereres,
de beijos fluidos...
Pelas palavras levados
e trazidos…
Promessas do tempo
que há-de vir…
Harmonias espontâneas
sem imposições, nem falhas...
Com ingredientes de qualidade...
Gourmet…
NM
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
Viajar
NM
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
O olhar...
Às vezes
O olhar entristece
O sorriso definha
O coração encolhe
A alma angustia
Qual dia chuvoso de inverno…
Outras
Ilumina-se o olhar
Escancaram-se sorrisos
Acelera-se o ritmo cardíaco
A alma brilha
Qual dia soalheiro de verão…
Contingências …
O olhar
Porta e janela da alma!
NM
O olhar entristece
O sorriso definha
O coração encolhe
A alma angustia
Qual dia chuvoso de inverno…
Outras
Ilumina-se o olhar
Escancaram-se sorrisos
Acelera-se o ritmo cardíaco
A alma brilha
Qual dia soalheiro de verão…
Contingências …
O olhar
Porta e janela da alma!
NM
Aprender
Aprender
Todos os dias
De todas as formas
Com todos os sentidos
Com velhos e novos…
Estamos sempre a aprender…
Vivendo e aprendendo…
Lugares comuns…
Verdades da sabedoria popular…
Mas também há coisas que nunca aprendemos…
Nem que vivêssemos cento e vinte anos!
Porque somos humanos erramos constantemente
E não amamos o suficiente para aceitar diferenças,
Tolerar casmurrices e, muito menos, aguentar gente mal disposta com a vida…
Nem antes, nem agora, nem em tempo nenhum!
NM
Todos os dias
De todas as formas
Com todos os sentidos
Com velhos e novos…
Estamos sempre a aprender…
Vivendo e aprendendo…
Lugares comuns…
Verdades da sabedoria popular…
Mas também há coisas que nunca aprendemos…
Nem que vivêssemos cento e vinte anos!
Porque somos humanos erramos constantemente
E não amamos o suficiente para aceitar diferenças,
Tolerar casmurrices e, muito menos, aguentar gente mal disposta com a vida…
Nem antes, nem agora, nem em tempo nenhum!
NM
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Lá longe
Para onde nos leva o vento
A emoção de estar vivo
Na outra margem de nós próprios
Lá longe
Fica um pouco de nós
Trazemos um pouco de lá
Que morrerá connosco
Tentamos matar sentimentos
Porque as pessoas não correspondem
Àquilo que idealizámos…
Insistimos em ressuscitar sensações
Ignoramos incompatibilidades óbvias
E magoamo-nos, sofremos!
Pior do que perder alguém
É admitir que se falhou
Outra vez
Lá longe
E por aqui também…
NM
A emoção de estar vivo
Na outra margem de nós próprios
Lá longe
Fica um pouco de nós
Trazemos um pouco de lá
Que morrerá connosco
Tentamos matar sentimentos
Porque as pessoas não correspondem
Àquilo que idealizámos…
Insistimos em ressuscitar sensações
Ignoramos incompatibilidades óbvias
E magoamo-nos, sofremos!
Pior do que perder alguém
É admitir que se falhou
Outra vez
Lá longe
E por aqui também…
NM
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
Agosto
Lembro-me
de mim,
das certezas,
das dúvidas também,
poucas…
De acordar e saber
respostas,
onde, como,
quando e porquê…
Agora
revejo-me nas palavras,
gastas de tão ditas,
esvaziadas de conteúdo.
Angústia e saudade
de mim
naquele tempo.
Não me esqueço
de nada.
Passado, presente
e futuro.
Quando me esquecer
já não sou eu,
fui.
Espero.
NM
de mim,
das certezas,
das dúvidas também,
poucas…
De acordar e saber
respostas,
onde, como,
quando e porquê…
Agora
revejo-me nas palavras,
gastas de tão ditas,
esvaziadas de conteúdo.
Angústia e saudade
de mim
naquele tempo.
Não me esqueço
de nada.
Passado, presente
e futuro.
Quando me esquecer
já não sou eu,
fui.
Espero.
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