sábado, 12 de junho de 2010

Viva la vida



Construir obra, evitar derrocadas, ser forte e coerente, nem sempre é fácil. Apostar nas sementes para ter boas colheitas. Exige um esforço diário. Nem sempre há correspondência. É preciso ter um espírito inovador, renovador e reformador. Às vezes o cansaço espreita. É preciso contrariá-lo, porque a vontade de fazer melhor é inabalável! Há momentos que fazem a diferença e que valem por tudo e nadas que se passou. Viva la vida.
NM

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Porque...

Porquês que a linguagem
Não consegue dar resposta.
Analisam-se as palavras
Conteúdos, tons, pausas. Nada.
Porquês que o coração procura
E não encontra.
Talvez seja tempo de perguntas!
As respostas hão-de surgir
Dentro de nós.
NM

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Mudança!

Paraíso desejado, inferno receado
Ora o desespero, ora a esperança
Altos e baixos, doces e amargos
Assim é a vida, reina a mudança.
NM

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Sem título

Há coisas que não se explicam,
Sentem-se…
Alguns sonhos têm prazo de validade,
Sonhe-se…
Escrever, reescrever, recomeçar,
Recomece-se…
Sonhar faz parte da vida,
Viva-se…
Há palavras que deixam mágoas,
Silenciem-se…
Parar, escutar e olhar,
Caminhe-se…
Amanhã pode ser tarde,
Comece-se… hoje!
NM

domingo, 6 de junho de 2010

Melancolia

Quem tem a noite no coração
Não pode cantar o dia
Anseia pela madrugada
Que depressa se faz tarde…
NM

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Norte e Sul

Há quem perca o Norte por muito pouco, o limite do bom senso, que tanta falta faz! Por vezes, a vaidade, a sede de conquista, leva ao elogio fácil e auto-elogio promovendo espectáculos pouco recomendados. Perde-se mais do que se ganha. Há coisas privadas que devem permanecer isso mesmo - privadas. Sem me querer afirmar melhor do que ninguém, até porque não se é bom juiz em causa própria, acredito que há regras que não se devem infringir. Mas isto, é só a minha opinião, claro!
NM

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Era dia!

Era dia de contar as estrelas
E o sol nunca mais se punha,
Era dia de somar silêncios
E as palavras brotavam incessantemente
Irreverentes e intempestivas.
Afinal, era dia de levar o que se encontrou – nada.
Era dia de ver o que nunca se acreditou.
Era dia!
NM