Amores calculados são coisas pobres
Emoção passageira leva-a o vento
O amor atinge corações nobres
Paixão de poeta, gosto longo e lento.
Requer tempo, sonho e verdade
A vida num sopro e fortes emoções
Conhecimento e cumplicidade
Não se compadece com desilusões.
Se amas poeta, sofre e vive
Que a vida não espera
E o amor não se define!
Sente-se.
NM
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Ser ...
Ser poeta é descobrir
Causas que a razão ignora,
Sinergias nos desgostos,
Mais-valias no sofrimento…
Amar indelevelmente!
Acreditar na mudança
Transmiti-la, firme e melodicamente
Com a força do querer …
E é por isso
Que poderei não ser tudo o que sonhei,
Mas, poeta!
Sempre serei
Enquanto a palavra existir e alguém me ler!
Existirei!
NM
Causas que a razão ignora,
Sinergias nos desgostos,
Mais-valias no sofrimento…
Amar indelevelmente!
Acreditar na mudança
Transmiti-la, firme e melodicamente
Com a força do querer …
E é por isso
Que poderei não ser tudo o que sonhei,
Mas, poeta!
Sempre serei
Enquanto a palavra existir e alguém me ler!
Existirei!
NM
domingo, 16 de janeiro de 2011
Reflexão
Conseguir colaborar para a mudança exterior de alguém, a ponto de a pessoa ficar quase irreconhecível, pode ser tarefa fácil. Já contribuir para que a mudança interior aconteça, revela-se tarefa dolorosa e difícil, para não dizer impossível. Os milagres só acontecem quando Deus quer. As desilusões são necessárias porque nos libertam dos enganos. A mudança que almejamos para o outro pode operar-se em nós mesmos, abrindo-se janelas de oportunidades onde portas se estreitaram, na busca de uma razão que se perdeu e pela qual se luta diária e arduamente por reencontrar! Audaces Fortuna Juvat!
NM
NM
sábado, 15 de janeiro de 2011
Fé
Noite
Iluminam-se os ventos
Branqueiam-se as estrelas
E o alvorecer da esperança
Há-de vir lentamente
Como o sonho colorido
De uma noite de inverno
Quentinha
Docinha
Minha.
NM
Iluminam-se os ventos
Branqueiam-se as estrelas
E o alvorecer da esperança
Há-de vir lentamente
Como o sonho colorido
De uma noite de inverno
Quentinha
Docinha
Minha.
NM
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
(Des)amores
O amor, por vezes, é um lugar estranho. Eu diria mesmo um lugar estúpido, onde as pessoas fazem as figuras mais imbecis, quando o dedicam a quem não merece, nem nunca mereceu. É a vida. Cair no erro é comum. Levantar-se, conseguir assumir e ser mais forte há-de ser sempre, e apenas, desígnio de alguns. Ficar bem na fotografia não é sinónimo de ficar bem com Deus. E isso, para alguns, é o mais importante. E não são apenas palavras. Os actos falam muito mais alto do que as palavras. Estas, por vezes, leva-as o vento. Os actos ficam na memória de quem os testemunha. Não é possível apagá-los. Por muito que se insista na mentira, a verdade vem sempre à tona. Felizmente.
NM
NM
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Esperança
Habituamo-nos aos lamentos e esquecemo-nos daquilo que um dia tanto sonhámos… E o mais triste de tudo não é o facto de não o termos alcançado, porque para isso enquanto há vida há esperança, não, o mais amargo mesmo é já não termos as nossas raízes, mães amadas, alicerces que vão ficando pelo caminho, deixando vazios e levando ombros afectuosos, portos de abrigo certeiros dos pequenos sofrimentos que vamos passando. É preciso não esquecer os verdadeiros sonhos, os grandes, que com elas sonhámos, chorámos e lutámos. Por elas, é preciso dar seguimento ao sonho e ao que de mais precioso nos deram, a vida.
NM
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Adeus tristeza
Ando de mãos dadas com a tristeza
Companheira inseparável há longos dias
Eu bem gostaria que ela me deixasse
Mas tem receio que se instalem alegrias!
Eu hei-de ver-me livre dela
Já mal a posso aguentar
Visitas curtas… ainda vá!
Mas fita cola! Assim não dá!
NM
Companheira inseparável há longos dias
Eu bem gostaria que ela me deixasse
Mas tem receio que se instalem alegrias!
Eu hei-de ver-me livre dela
Já mal a posso aguentar
Visitas curtas… ainda vá!
Mas fita cola! Assim não dá!
NM
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