sexta-feira, 4 de março de 2011

Renovação

Cada amanhecer traz uma nova bênção
Que se esvai no próprio dia ao anoitecer
Na certeza que aquilo que nos vai dar amanhã
São reflexos de atitudes tomadas ontem e hoje…
NM

quinta-feira, 3 de março de 2011

Mar

Quando o mar nos fascina todos os sentidos
Há que remar contra todas as marés
Ouvindo na música das ondas, o escorrer de tempos idos
Voltar a sentir as sensações sentidas a seus pés…
NM

quarta-feira, 2 de março de 2011

Aquele/a que se foi

Desconhecer a pessoa que um dia amámos ajuda muito no processo de esquecimento, uma vez que essa já não existe, não morreu só dentro de nós, morreu para o mundo, fazendo emergir um ilustre desconhecido que de longe se quer manter. Se a isso acrescentarmos conhecimentos que se afiguram verdadeiros e fiáveis, somaremos motivos para sorrir, embora hoje seja um dia de luto interior por alguém que só prezei depois de desaparecer para o mundo, não dos corações de quem a lembra...
NM

Sol

És calma, paz e tranquilidade
Coisas com que uma mulher sonha
Na palavra e voz o timbre da verdade
Saraste-me a ferida, promessa risonha!
NM

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Confiar


Falta-me soltar os cabelos ao vento
Toda a força e confiança no regaço
Olhar-te como se tivesse todo o tempo
Sorrir até me perder no teu abraço.
NM

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Reflexão de domingo – “Quem a Deus tem, nada lhe falta”


“O grande pecado é a omissão. Buscai primeiro o reino de Deus, o resto vem por acréscimo. O que ando a fazer neste mundo? Servir a Deus ou ao dinheiro? É preciso ter a capacidade de ser feliz e de fazer feliz o outro. Crescer no amor de Deus e na partilha. ”
Palavras sábias e inspiradoras, merecedoras de profunda reflexão, por parte de todos, sobretudo daqueles que se enchem de opiniões em nome d’Ele.
“ Nada te perturbe, nada te espante, tudo passa, Deus não muda. Quem crê e espera tudo alcança.”
NM

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Espírito do dia!


Jardim Botânico
Camuflar verdades, ou enterrar passados, como se não tivessem existido. Vazios que se querem preenchidos mas que não aliviam o peso, nos momentos em que a vida nos cai em cima. Todos temos. Não há como evitá-los. Há que aprender com eles. Pode ser um gesto. Uma paisagem. Uma palavra. Um silêncio.
NM