domingo, 24 de julho de 2011

Pobre menina rica!

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Amy Winehouse descrita como uma mulher frágil para uma grande voz, extinguiu-se prematuramente. Não se pode deixar de reflectir sobre as voltas e revoltas que o [in]sucesso pode trazer consigo. Para uns era um ser humano caracterizado sem alma, para outros uma diva. Dum lado o palco, do outro a clínica… Referindo-se a esta, em Rehab, dizia,”I said no, no, no.” A mesma resposta valeu-lhe para o palco da vida. Que tenha encontrado a Paz! A propósito de serenidade, ou falta dela, este triste caso faz-nos meditar nas palavras de Reinhold Niebuhr, “concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar, coragem para modificar aquelas que podemos e sabedoria para distinguir umas das outras.”

sábado, 23 de julho de 2011

Tristão e Isolda

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História lendária que conta o amor trágico entre o cavaleiro Tristão da Cornualha e a princesa Irlandesa Isolda. Um amor mítico que faz suspirar qualquer mortal, pelo impossível, o belo, o eterno… Enfim, é o tipo de filme que deixa um sabor amargo a quem sonha viver um amor daquele tamanho, sem medida, só que possível… Santa ingenuidade… Ou talvez não! É preciso ter esperança!!!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Veranear?


A palavra hibernar não tem qualquer oposto. Acordar, despertar são os verbos cujo sentido mais se lhe aproxima. Hibernar pode, também, significar invernar. Aí é fácil encontrar oposto - veranear, estivar. Busca-se e rebusca-se e não se encontra palavra que traduza o sentir do momento. Não há outro remédio! Tem que se afirmar pela negativa. Sente-se precisamente o contrário de hibernar! Em cores cálidas, doces e puras. Recheados de flores, também! Abençoados tempos de Verão e de lazer em que tudo apetece e nada aborrece! Finalmente! Bom descanso, coisinhas boas, e veranear muito! Bem acordados! Nada de hibernar!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Sorrir!

19 de Julho 2011
A verdade e a mentira! Há quem diga que são irmãs. À partida prefere-se a primeira, embora se admita que a segunda constitua uma enorme e agradável tentação. Ao reflectirmos sobre a verdade, que é aquela que, por agora, merece a nossa reflexão, lembramos algo já dito e redito, ou seja, que esta deve incluir três linhas de razão: a nossa verdade, a verdade do outro e a verdade propriamente dita.
Verdadeiro é, sem dúvida, o sorriso feliz de quem se [re]encontra e vê reconhecido o valor do seu trabalho e dedicação.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Adiamentos! O futuro começa hoje!

É verdade! De tanto querer esgota-se o essencial. Como aromas perseverantes que deixam de se diferenciar. Crónicas adormecidas e adiadas por sabores agre e doce, tantas vezes carregados de saudade de um tempo que não volta. Só se adiam vontades mudando-se formas de estar. O futuro constrói-se no presente a cada movimento que se faz, causando, ora avanços, ora recuos. Luta-se por coerência, naquilo que é a essência do ser. Deixemos o supérfluo! Não vale a pena insistir em causas mais ou menos perdidas, tentando desesperadamente ler a história do avesso. Forçar soluções sem conhecer razões tão pouco é aconselhável. Para tudo há uma explicação, que emerge sempre, às vezes, quando menos se espera. Há coisas tão simples, quanto maravilhosas, basta desejar novos rumos, e não esperar nada. Hoje almeja-se uma mudança de atitude deixando as complicações para quem diariamente as cultiva. O valor não se impõe. É uma conquista diária que dá trabalho, mas que vale muito a pena! Para isso, como diz o poeta, é preciso que a alma não seja pequena.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Doçura

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Aquele abraço
Que corre veloz
Vencendo barreiras
Qual fortaleza protectora.
O longe se faz perto!
Qual mar galgando a praia
Qual rio saltando as margens.
Imenso, apertado, doce
Alcançando o destino.

Grandeza

Há um tempo em que o que um sonha, o outro realiza. Um faz acontecer, o outro faz com que valha a pena. Trocam-se palavras fortes, promessas de imprevidentes desconhecedores da sorte que têm, desperdiçando-a. Sentires e valores que se atiram ao vento e se afogam no mar, tudo se fazendo para se apagar marcas. Continua-se a procura, perdendo-se. As mágoas é que deveriam ter prazo de validade. Não o amor.