quinta-feira, 28 de julho de 2011

A coisa certa ou talvez não…


Courgettes recheadas
Por vezes acusam-me de ser racional, orgulhosa, exigente, com tendência para a sofisticação, com a mania das igualdades, mania das superioridades, enfim coisas de quem me olha sem me ver. Quem o quiser fazer, embora haja aspectos que não são tão óbvios [como convém], verá que amo as coisas simples, emociono-me com os afectos das pessoas que amo, prezo muito a amizade, derreto-me com pouca coisa, tem é que ser especial e genuína, e sofro, isso sim, duma certa tendência de loucos que almejam atingir a perfeição e que esperam o mesmo do/a outro/a! Desculpo muita coisa, nada esqueço, porque tenho memória de “elefante”! Infelizmente. Mesmo assim, acredito ter melhorado nos últimos tempos. Alguém me disse esta semana “És uma bênção”. Obrigada. Apenas procuro fazer a diferença sem baixar os braços, nunca. Nada fácil, por vezes está-se convicto de estar a fazer a coisa certa, estando-se a fazer a coisa errada. O importante é acreditar naquilo por que se luta.
Nem acredito que as férias estão aí! Ano difícil! Prometo, a mim mesma em primeiro lugar, melhorar e renovar-me com as leituras, por prazer, e com os escritos, por paixão, sempre que puder. Boas férias!
PS- As courgettes fui eu que fiz! Estavam deliciosas!

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Tentações!

Às vezes sorvem-se palavras como se se tratasse de goles de água preciosa para matar a sede, de se deliciar na tentação de uma maçã que mata fomes ou de se saborear um vinho que satisfaz os sentidos. A sua omissão pode ser uma fonte de frustração para quem as estima. Aos amantes das palavras, cuidado! Elas são, muitas vezes, ocas, vazias de significado. Outras, apenas uma inesgotável fonte de magia. Assim, todo o cuidado é pouco. Destrinçá-las pode ser fundamental à vida e ao espírito. O tempo é o grande revelador de todas as dúvidas e a confirmação de algumas certezas. Ele também nos segreda ao ouvido primeiro, gritando mais tarde, se vale a pena esperar, ou não. Doces ou amargas, sempre haverá quem as prefira ao silêncio.
Para os menos crédulos há um aliado que atesta, ou não, a força das palavras. É o olhar. Uma espécie de prova que raramente engana. Ao contrário das palavras, há certezas que o olhar transmite que algumas, mesmo as mais rebuscadas, jamais transmitirão. Além disso, existem os actos que falam por elas muitas vezes. E esses podem revelar muitas coisas que elas procuram camuflar!
Apesar de tudo, há que reconhecer o seu poder, a sua inegável beleza e a sua força tentadora e libertadora!

segunda-feira, 25 de julho de 2011

A parte e o todo


Imagem retirada da Internet
Parte de mim anseia bem-querer 
A outra somente desligar
Parte de mim quer partir
A outra deseja ficar.

Metade está presa à saudade
A outra metade é liberdade
Metade de mim quer amar
A outra pensa em abdicar.

Parte de mim quer esquecer
A outra apenas lembrar
Parte de mim quer afectos
A outra parte, também.

domingo, 24 de julho de 2011

Pobre menina rica!

Imagem retirada da Internet
Amy Winehouse descrita como uma mulher frágil para uma grande voz, extinguiu-se prematuramente. Não se pode deixar de reflectir sobre as voltas e revoltas que o [in]sucesso pode trazer consigo. Para uns era um ser humano caracterizado sem alma, para outros uma diva. Dum lado o palco, do outro a clínica… Referindo-se a esta, em Rehab, dizia,”I said no, no, no.” A mesma resposta valeu-lhe para o palco da vida. Que tenha encontrado a Paz! A propósito de serenidade, ou falta dela, este triste caso faz-nos meditar nas palavras de Reinhold Niebuhr, “concedei-nos, Senhor, a serenidade necessária para aceitar as coisas que não podemos modificar, coragem para modificar aquelas que podemos e sabedoria para distinguir umas das outras.”

sábado, 23 de julho de 2011

Tristão e Isolda

Imagem retirada da Internet
História lendária que conta o amor trágico entre o cavaleiro Tristão da Cornualha e a princesa Irlandesa Isolda. Um amor mítico que faz suspirar qualquer mortal, pelo impossível, o belo, o eterno… Enfim, é o tipo de filme que deixa um sabor amargo a quem sonha viver um amor daquele tamanho, sem medida, só que possível… Santa ingenuidade… Ou talvez não! É preciso ter esperança!!!

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Veranear?


A palavra hibernar não tem qualquer oposto. Acordar, despertar são os verbos cujo sentido mais se lhe aproxima. Hibernar pode, também, significar invernar. Aí é fácil encontrar oposto - veranear, estivar. Busca-se e rebusca-se e não se encontra palavra que traduza o sentir do momento. Não há outro remédio! Tem que se afirmar pela negativa. Sente-se precisamente o contrário de hibernar! Em cores cálidas, doces e puras. Recheados de flores, também! Abençoados tempos de Verão e de lazer em que tudo apetece e nada aborrece! Finalmente! Bom descanso, coisinhas boas, e veranear muito! Bem acordados! Nada de hibernar!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Sorrir!

19 de Julho 2011
A verdade e a mentira! Há quem diga que são irmãs. À partida prefere-se a primeira, embora se admita que a segunda constitua uma enorme e agradável tentação. Ao reflectirmos sobre a verdade, que é aquela que, por agora, merece a nossa reflexão, lembramos algo já dito e redito, ou seja, que esta deve incluir três linhas de razão: a nossa verdade, a verdade do outro e a verdade propriamente dita.
Verdadeiro é, sem dúvida, o sorriso feliz de quem se [re]encontra e vê reconhecido o valor do seu trabalho e dedicação.