Que o ridículo é apanágio de muito boa gente. E não só dos apaixonados, porque desse ridículo todos sofremos em algum momento das nossas vidas, felizmente acrescento eu. Não, falo do ridículo em estado normal. Existe mesmo. E tanto tem de cómico como de triste. Como dizia alguém muito querido, “ninguém se conhece”. Pois é! É muito fácil apontar imperfeições aos outros. Difícil é reconhecer as nossas, e ter a humildade e força de carácter suficientes para não atacar quem não se pode defender. Para além disso, proponho, ainda, que se acrescente à reflexão o recurso sistemático ao auto-elogio, também esse sintomático e recorrente de “quem não se conhece”. É que os elogios, sempre me ensinaram, devem vir dos outros!
Coisas simples que sabem muito bem seja Domingo ou em qualquer dia da semana: Øo som da mensagem ansiada que chega; Øo som do telemóvel que toca trazendo a voz que se deseja ouvir; Øa mensagem de email que nos anima; Øo som daquela música que nos lembra bons momentos; Øo sentir inesquecível daquele instante que talvez não volte; Øa chuva que cai disfarçando a lágrima ora de tristeza, ora de alegria; Øo cheiro a terra molhada; Øas ondas do mar a bater na praia e o horizonte longínquo; Øo sol resplandecente que nos aquece e acaricia; Øo quentinho do abraço que nos envolve e afaga; Øo campo repleto de flores amarelas ou outras cores; Øo aconchego do amor que nos envolve; Øa Fé inabalável em Deus e num amanhã melhor; Øe muitas outras coisas que a vida nos ensina a apreciar e a conquistar…