O fado é Património Imaterial da Humanidade segundo decisão tomada hoje durante o VI Comité Intergovernamental da Organização da ONU para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).
De tratar bem o nosso Portugal. De criar sentimentos de pertença, que potenciem o Desenvolvimento Local (DL). Em vez disso, constatamos que os maus-tratos são visíveis um pouco por toda a parte, seja em locais públicos, seja em privados, revelando um espírito desrespeitador que chega a ser violento em alguns casos. Temos o dever de cuidar do que é nosso. Se dermos um pouco de nós próprios será muito mais fácil e proveitoso, uma vez que, a maior parte das coisas aviltadas são do domínio público. Falemos de responsabilidade partilhada, de preservação da dignidade, de amor em ser português, sem deixar de ser europeu.
O destino somos nós que o fazemos. Constantemente. A cada momento. Deus ajuda sempre, dando-nos ora, o que precisamos, ora o que pedimos, ora, ainda, o que merecemos. Ou não. Os Seus desígnios são, por vezes, insondáveis. Nem sempre correspondendo ao que queremos. Lutamos por aquilo em que acreditamos, enquanto acreditamos, com a consciência que nem sempre alcançamos o que traçámos. É interessante verificar que, por vezes, se atingem metas só que, entretanto, as mudanças alteraram formas de ser e de estar, nossas e dos outros, alterando planos. Outras, damos connosco a querer algo que nunca se sonhou vir a querer, trocando-nos as voltas, fazendo-nos sofrer. É a vida! Tudo muda e se transforma! Acredito que o sonho comanda a nossa existência, que o caminho se faz caminhando e que o amanhã será sempre melhor, porque Deus é grande e infinitamente bom. Acredito mesmo. Entre o céu e o mar havemos de nos encontrar...