quinta-feira, 8 de março de 2012

Destino

Muitas vezes, o destino somos nós que o fazemos!
Fechamos portas, abrimos janelas;
Imagem retirada da Internet
voltamos a abrir, depois a fechar;
até que outros mundos se abrem…
Nós humanos, homens e mulheres,
somos mesmo assim:
amamos e desprezamos,
rendemo-nos e lutamos,
até ao dia em que nos encontramos…
Num sorriso aberto, num olhar desperto
Numa voz musical, num vazio que se completa.
 
 

quarta-feira, 7 de março de 2012

Alento

Lisboa
São as almas maiores,
nunca as menores,
que nos dão força, coragem e ânimo,
para enfrentar agruras,
atravessar pontes,
num dia a dia
que se procura
equilibrado e pacífico,
em que a competência e a humanidade
são valores de referência e de excelência!
Destruir é próprio dos fracos.
Construir é o verbo!

segunda-feira, 5 de março de 2012

Sonhos de praia...

Costa Nova
Vazios!
Perder-se no vazio
das palavras não ditas,
para se encontrar na multidão
de promessas com alma…
Esconder-se no pensamento triste
para se encontrar outra vez
procurando ser feliz!
Sempre!

domingo, 4 de março de 2012

Oásis

Versalhes - arredores
Quando se tem na pele
o sabor a maresia
do salgado do mar,
que a água doce,
quantas vezes impura,
insiste em levar…

Como sentir essa pureza
da carícia do sol enlevado
de banhos de mar salgados
sem receios, nem saudades…?

Quando se perceber que o mar
não poderá ir a outro lado
porque estará sempre lá...

quinta-feira, 1 de março de 2012

Miss Liberty


Na tua fragilidade me fortaleço
Na minha delicadeza te revigoro
Sinto o sopro do vento levemente
Como se passasses suavemente
Sem pressas, calmamente,
Docemente…

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Voo...


Escrever é também libertar o amor e a saudade
Descobrir a alma e o sentimento
Revelar o silêncio sufocador
O calor do abraço sentido num momento!

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Força!


Atravessamos pontes, se não existem inventamo-las, galgamos campos, ruas e desertos, enfrentamos ondas, marés e contornamos obstáculos gigantes! Quantas vezes damos connosco a correr… Para quê? Para nada. Porquê? Porque somos humanos.