NM
sábado, 19 de junho de 2010
Sem título II
NM
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Recomeçar
Por vezes não nos reconhecemos
Naquilo que nos tornámos
Não foi o que sonhámos…
Abandonamos os nossos sonhos sem dar por isso.
A vida não pára
É preciso mudar, resgatar sonhos
Cortar o que nos faz sofrer
Voltar a sonhar
Acordados, bem acordados
Sem nos deixarmos dormir
Podemos não voltar a poder sonhar….
Os sonhos também têm prazo de validade!
NM
Naquilo que nos tornámos
Não foi o que sonhámos…
Abandonamos os nossos sonhos sem dar por isso.
A vida não pára
É preciso mudar, resgatar sonhos
Cortar o que nos faz sofrer
Voltar a sonhar
Acordados, bem acordados
Sem nos deixarmos dormir
Podemos não voltar a poder sonhar….
Os sonhos também têm prazo de validade!
NM
quarta-feira, 16 de junho de 2010
terça-feira, 15 de junho de 2010
Morre lentamente...
«Morre lentamente quem não viaja,
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»
Pablo Neruda
Quem não lê,
Quem não ouve música,
Quem destrói o seu amor-próprio,
Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito,
Repetindo todos os dias o mesmo trajecto,
Quem não muda as marcas no supermercado,
não arrisca vestir uma cor nova,
não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem evita uma paixão,
Quem prefere O "preto no branco"
E os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis,
Justamente as que resgatam brilho nos olhos,
Sorrisos e soluços, coração aos tropeços, sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho,
Quem não arrisca o certo pelo incerto atrás de um sonho,
Quem não se permite,
Uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da
Chuva incessante,
Desistindo de um projecto antes de iniciá-lo,
não perguntando sobre um assunto que desconhece
E não respondendo quando lhe indagam o que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves,
Recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o
Simples acto de respirar.
Estejamos vivos, então!»
Pablo Neruda
segunda-feira, 14 de junho de 2010
Água do rio que passas...
Tarde encantada
O olhar fixo no rio
Pensando em outras
Igualmente perfeitas…
Sonhos que vão,
Outro há-de vir…
Sonhos lindos levados pelo vento
Que não voltam mais
Tal como estas águas que correm
E que não voltarão aqui a passar…
Outras águas passarão
É preciso renovar
Ter coragem e aceitar mudar
Aquilo que já mudou…
Que não pode mais ficar
Porque já não é o que era…
Água do rio que passas
Foste a minha inspiração
Terás sempre um lugar especial
Neste meu sensível coração.
NM
O olhar fixo no rio
Pensando em outras
Igualmente perfeitas…
Sonhos que vão,
Outro há-de vir…
Sonhos lindos levados pelo vento
Que não voltam mais
Tal como estas águas que correm
E que não voltarão aqui a passar…
Outras águas passarão
É preciso renovar
Ter coragem e aceitar mudar
Aquilo que já mudou…
Que não pode mais ficar
Porque já não é o que era…
Água do rio que passas
Foste a minha inspiração
Terás sempre um lugar especial
Neste meu sensível coração.
NM
domingo, 13 de junho de 2010
Rio Mondego
Neste rio me perco
Para me voltar a encontrar
Nesse mar de ondas salgadas
Na violência e acalmia
das marés
altas e baixas
entre gritos e silêncios
doces e salgados
assim sou eu
como tu, em ti
para além de mim
entre nós e a eternidade…
NM
Para me voltar a encontrar
Nesse mar de ondas salgadas
Na violência e acalmia
das marés
altas e baixas
entre gritos e silêncios
doces e salgados
assim sou eu
como tu, em ti
para além de mim
entre nós e a eternidade…
NM
Reflexões
Às vezes é preciso
deixar correr,
fluir os acontecimentos,
ponderar…
Deixar as pessoas um pouco de lado
para elas voltarem,
ou não.
Avaliar, amar, sofrer -
tudo ao mesmo tempo.
O verdadeiro sentimento não desaparece.
Fortalece.
Acredito em pedidos de desculpa.
Perdoar e ser perdoado.
Esquecer nunca!
Suporta-se tudo menos a indiferença
e a traição.
A falta de interesse deixa-nos loucos.
Coisas e pessoas inesquecíveis.
Sorrisos, beijos e abraços.
Saudades do outro e de nós mesmos…
Sentir alegria de estar vivo e tristeza por não se ter o que se quer!
Só que ninguém tem.
Observar os detalhes da vida…
O sol, as estrelas e o firmamento!
Ficar extasiado com a Natureza!
Ouvir sem prestar atenção.
Amar sem ouvir o coração.
Falar sem medir palavras.
Gritar sem dizer nada.
Procurar sem achar,
sem colocar ponto final.
Ter de menos,
sonhar demais!
Exacerbar sentimentos,
ter alma de poeta!
Passou a Primavera
cheia de ilusões.
Vem aí o Verão
repleto de promessas.
E depois Outonos e Invernos…
A que se seguirão novos ciclos!
Sempre, para além de nós…
NM
deixar correr,
fluir os acontecimentos,
ponderar…
Deixar as pessoas um pouco de lado
para elas voltarem,
ou não.
Avaliar, amar, sofrer -
tudo ao mesmo tempo.
O verdadeiro sentimento não desaparece.
Fortalece.
Acredito em pedidos de desculpa.
Perdoar e ser perdoado.
Esquecer nunca!
Suporta-se tudo menos a indiferença
e a traição.
A falta de interesse deixa-nos loucos.
Coisas e pessoas inesquecíveis.
Sorrisos, beijos e abraços.
Saudades do outro e de nós mesmos…
Sentir alegria de estar vivo e tristeza por não se ter o que se quer!
Só que ninguém tem.
Observar os detalhes da vida…
O sol, as estrelas e o firmamento!
Ficar extasiado com a Natureza!
Ouvir sem prestar atenção.
Amar sem ouvir o coração.
Falar sem medir palavras.
Gritar sem dizer nada.
Procurar sem achar,
sem colocar ponto final.
Ter de menos,
sonhar demais!
Exacerbar sentimentos,
ter alma de poeta!
Passou a Primavera
cheia de ilusões.
Vem aí o Verão
repleto de promessas.
E depois Outonos e Invernos…
A que se seguirão novos ciclos!
Sempre, para além de nós…
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