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sábado, 17 de julho de 2010
Flores
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Confiança
"A confiança é como um espelho. Quando se quebra, a imagem nunca mais é a mesma". Concordo. Não penso que seja "como um cristal, que depois de quebrado, nunca mais tem conserto". Por vezes, com muito esforço, até conseguimos consertá-la, dependendo apenas da capacidade para perdoar e da outra pessoa provar que mudou. Mas, e se antes de efectivamente se conseguir restaurar a confiança a outra pessoa te decepcionar outra vez? E outra vez? Perdoar? Sim claro. Confiar de novo? Improvável para não dizer impossível. Esquecer? Nunca. Principalmente se se concedeu todas as oportunidades de prova em contrário. Quando contra factos não se tem argumentos…Quando a confiança é beliscada há que ter muito cuidado. Quando se age como se ela fosse inquebrável e intocável, apesar das evidências, perde-se mesmo. A confiança não se impõe. Conquista-se.
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Depois de algum tempo...aprendemos!
"...Descobres que se leva anos para se construir a confiança e apenas segundos para destruí-la, e que poderás fazer coisas das quais te arrependerás para o resto da vida..."
William Shakespeare
William Shakespeare
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Provérbio Chinês
"Ama-me quando eu menos merecer, pois é quando eu mais vou precisar..."
Difícil! Muito bem visto!
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Difícil! Muito bem visto!
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quarta-feira, 14 de julho de 2010
O Amor
O Amor é Mar!
Imenso e belo!
Liberta a alma
Prende o coração...
Aguça os sentidos
Apura sabores
Adocica olhares
Exala perfumes
Liberta a alma
Prende o coração...
Aguça os sentidos
Apura sabores
Adocica olhares
Exala perfumes
Amacia sons
Suaviza palavras
Mima o intelecto…
Chega a fazer-nos
Apaixonar pelos defeitos
Tornando perfeitas as imperfeições,
Doces as agruras
Minimizando contrariedades
Ampliando qualidades…
É… o amor é lindo!
NM
Suaviza palavras
Mima o intelecto…
Chega a fazer-nos
Apaixonar pelos defeitos
Tornando perfeitas as imperfeições,
Doces as agruras
Minimizando contrariedades
Ampliando qualidades…
É… o amor é lindo!
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terça-feira, 13 de julho de 2010
No fundo do nosso olhar
Procuramos, incessantemente, as cores da nossa infância,
sem as conseguirmos definir, muito menos encontrar …
Procuramos, constantemente, os sabores da adolescência,
como se fosse possível voltar a senti-los…
Saudades!
Das preocupações infantis, dos problemas impossíveis,
das soluções impensáveis, das escolhas por fazer,
da vida por viver, dos sonhos por sonhar…
Sabemos o que perdemos, o que encontrámos,
e o que queremos.
Continuamos a procurar, com a convicção crescente
do que queremos descobrir!
Um dia encontrar-nos-emos algures,
em frente a um espelho e reconhecer-nos-emos
no fundo do nosso olhar.
sem as conseguirmos definir, muito menos encontrar …
Procuramos, constantemente, os sabores da adolescência,
como se fosse possível voltar a senti-los…
Saudades!
Das preocupações infantis, dos problemas impossíveis,
das soluções impensáveis, das escolhas por fazer,
da vida por viver, dos sonhos por sonhar…
Sabemos o que perdemos, o que encontrámos,
e o que queremos.
Continuamos a procurar, com a convicção crescente
do que queremos descobrir!
Um dia encontrar-nos-emos algures,
em frente a um espelho e reconhecer-nos-emos
no fundo do nosso olhar.
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segunda-feira, 12 de julho de 2010
Sorte II
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