Hoje Sinto a angústia da ausência, Como se o tempo mais marcasse Como se o vento mais soprasse Como se a chuva mais molhasse Como se a alma mais chorasse Há dias assim… NM
Às vezes batemos de frente com a realidade olhos nos olhos, coração nas mãos, é com a alma tristonha que comprovamos que o caminho é em frente e que o passado deve permanecer onde está… Desiludidos, melancólicos, mas determinados em lutar por ser quem somos, caminhando firmemente até que a voz nos doa e o caminho deixe de o ser… NM
Às vezes temos tendência para ficar paralisados em salas de espera…Esperar por coisas que deixámos para trás e que sabemos dificilmente voltam...Mas, teimamos em esperar… São por vezes salas frias, solitárias, sem conforto e que não levam a lugar nenhum… É preciso evitar estas salas. É preciso pegar nas pernas e pôr-se ao caminho. A vida não espera… NM
Em Julho escrevi, aqui, sobre confiança. Retomo o tema acrescentando algo sobre os “muros” que construímos quando a confiança falha. Todos temos. São muros virtuais, mas analogamente fortes e quando se levantam são, por vezes, difíceis de derrubar. Trabalho árduo, mas vale a pena viver e lutar de forma a não precisar de mais muros, porque criam sombras que impedem brilhos e sorrisos…Por vezes surgem especialistas em erguê-los… Há que evitá-los porque independentemente dos co-protagonistas para alguns os muros estarão sempre lá. Amar é confiar e quem não confia não é digno de confiança. Mas para haver confiança é preciso não haver muros. O equilíbrio pode ser mais importante do que o próprio amor. Nunca amaremos como deveríamos se não conseguirmos fazê-lo de forma equilibrada. Sem muros. NM