sábado, 6 de novembro de 2010
Desilusões
Às vezes batemos de frente com a realidade
olhos nos olhos,
coração nas mãos,
é com a alma tristonha
que comprovamos que o caminho é em frente
e que o passado deve permanecer onde está…
Desiludidos, melancólicos, mas determinados
em lutar por ser quem somos,
caminhando firmemente
até que a voz nos doa
e o caminho deixe de o ser…
NM
olhos nos olhos,
coração nas mãos,
é com a alma tristonha
que comprovamos que o caminho é em frente
e que o passado deve permanecer onde está…
Desiludidos, melancólicos, mas determinados
em lutar por ser quem somos,
caminhando firmemente
até que a voz nos doa
e o caminho deixe de o ser…
NM
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Quem espera desespera!
NM
domingo, 31 de outubro de 2010
Muros
Em Julho escrevi, aqui, sobre confiança. Retomo o tema acrescent
ando algo sobre os “muros” que construímos quando a confiança falha. Todos temos. São muros virtuais, mas analogamente fortes e quando se levantam são, por vezes, difíceis de derrubar. Trabalho árduo, mas vale a pena viver e lutar de forma a não precisar de mais muros, porque criam sombras que impedem brilhos e sorrisos…Por vezes surgem especialistas em erguê-los… Há que evitá-los porque independentemente dos co-protagonistas para alguns os muros estarão sempre lá. Amar é confiar e quem não confia não é digno de confiança. Mas para haver confiança é preciso não haver muros. O equilíbrio pode ser mais importante do que o próprio amor. Nunca amaremos como deveríamos se não conseguirmos fazê-lo de forma equilibrada. Sem muros.
NM
NM
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