Quisera acreditar
Como um dia acreditei
Sonhar como já sonhei
Esperar o que já esperei!
Ser eu própria,
Isso, sempre serei!
NM
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Poder!
Pudéssemos nós subtrair minutos
a horas de despedida,
somar dias a horas felizes
e seriamos reis e senhores,
uns génios da audácia
com asas para voar
e planar sobre prédios
e campos floridos
com flores amarelas…
Abrir-se-iam janelas
de par em par,
só para nos ver passar…
Em direcção ao mar…
NM
a horas de despedida,
somar dias a horas felizes
e seriamos reis e senhores,
uns génios da audácia
com asas para voar
e planar sobre prédios
e campos floridos
com flores amarelas…
Abrir-se-iam janelas
de par em par,
só para nos ver passar…
Em direcção ao mar…
NM
domingo, 28 de novembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Desafio
É acordar todos os dias
Ir-se à vida
Sem vontade
Sem entusiasmo
Sem brilho no olhar
Sem sorriso nos lábios
Com um objectivo no horizonte longínquo -
Sobreviver!
Dar sentido às coisas,
Impulso à luta!
Procura de sinergias,
Impetuosidade!
Sangue na guelra!
Mérito dos que tentam
Plenitude de quem consegue!
Dar a volta certa
Encurtando distâncias
Aproximando amanhãs!
Perdas que somam vitórias…
NM
Ir-se à vida
Sem vontade
Sem entusiasmo
Sem brilho no olhar
Sem sorriso nos lábios
Com um objectivo no horizonte longínquo -
Sobreviver!
Dar sentido às coisas,
Impulso à luta!
Procura de sinergias,
Impetuosidade!
Sangue na guelra!
Mérito dos que tentam
Plenitude de quem consegue!
Dar a volta certa
Encurtando distâncias
Aproximando amanhãs!
Perdas que somam vitórias…
NM
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Gavetas
Arrumo os meus sonhos em gavetas
Lembranças doces e amargas…
Todas minhas e do meu fantasiar!
Saudades, beijos, abraços,
Choros e desesperos, também!
Perdas e conquistas…
Às vezes sinto-lhes a falta
Corro para casa e abro-as…
Arrumo, desarrumo, e volto a arrecadar
Cuidadosamente, sem pressas…
Gosto de as sentir perto, arrumadinhas,
Fazem-me companhia,
Mesmo que as não veja
Sei que estão lá…
Se me mudar, levo-as comigo.
Sempre.
NM
Lembranças doces e amargas…
Todas minhas e do meu fantasiar!

Saudades, beijos, abraços,
Choros e desesperos, também!
Perdas e conquistas…
Às vezes sinto-lhes a falta
Corro para casa e abro-as…
Arrumo, desarrumo, e volto a arrecadar
Cuidadosamente, sem pressas…
Gosto de as sentir perto, arrumadinhas,
Fazem-me companhia,
Mesmo que as não veja
Sei que estão lá…
Se me mudar, levo-as comigo.
Sempre.
NM
domingo, 21 de novembro de 2010
Amor
Hoje em dia não se sabe amar, nem ser-se amado. Egoísmo, independência, bem-estar, crise, são alguns dos argumentos de peso, para justificar o estado das coisas. As pessoas apaixonam-se facilmente, mas depois não conseguem evoluir para o estado do amor, que implica cedência, protecção, carinho, doação sem esperar nada em troca, humildade, aceitação do outro e das limitações do próprio. Dá pena ver o ponto de degradação a que as pessoas chegam só para não aceitar o outro, ou a si mesmo. Triste. Pior do que a famigerada crise, é o ser humano que se está a consumir a si próprio! Ninguém conseguirá mudar nada neste mundo se não conseguir mudar-se a si próprio!NM
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Lágrimas