quinta-feira, 30 de junho de 2011

Encontrar-se...

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Quando alguém perde o caminho de casa
Flutua nas sombras perdido de si
Horizontes que se sucedem em dias de sol
Caminhos perdidos que se encontram enfim!
NM

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Olhar e sorrir!


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O que amei mais foi o olhar e o sorriso
Lançados em dias de sol junto ao mar
Levados por ventos e marés sem siso
Num misto de alegria e sofrimento sem par…

Outros virão, sempre se amará  melhor do que se amou!
Fica a recordação daquele sorriso que se esvaneceu
Daquele olhar que se esvaziou
De vida, reflexos, dor, ou alma que esqueceu…
NM

terça-feira, 28 de junho de 2011

Lágrimas

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Todo o amor que não digere lágrimas, jamais alcançará o seu verdadeiro estatuto!
NM

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Momentos

Toni Carreira - Junho 2011
A vida faz-nos passar por determinadas situações, que consideramos injustas e, por serem tão dolorosas, achamos que não as merecemos. É preciso acreditar que passamos por elas por alguma razão e que devemos encará-las com ânimo e sabedoria. Há momentos em que daríamos tudo, ou quase tudo, para mudar determinada situação. Outros em que muito daríamos para ter o que já tivemos, e, ainda outros, em que nos contentamos com o que temos. Estes são, sem dúvida, os melhores. É preciso ter consciência que temos tendência para desvalorizar o muito que temos e para valorizar o pouco que não temos.
NM

domingo, 26 de junho de 2011

Esperança

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Amanheceu
O efémero não passará disso mesmo
Se há um mundo que nos afoga
Há um outro que nos salva!
NM

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Escuridão

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Palavra crua
Afecto intenso que o negro esconde
Chama que se apaga na noite escura
Versos frágeis e hesitantes
Ondulantes como as ondas do mar
Flutuantes como a barcaça no rio
Navegantes no silêncio cúmplice
Aspirantes de um novo dia!
NM

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Sorriso

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Há palavras excedentes e supérfluas. Linguagens que pecam por não serem silêncios. Vaidades vãs. Há momentos em que apetece agarrar verdades, esbofetear mentiras, amassá-las e deitá-las fora, para bem longe. Onde não tenhamos que vê-las nem suportá-las. Há dias assim. Em que o melhor de nós se revê no sonho que jamais há-de murchar. Sorrisos que ninguém conseguirá apagar. Por muito que tentem. Uma coisa é certa, quando se abatem sonhos é bom que se saiba o que se está a fazer.
NM