sábado, 24 de setembro de 2011

Força!

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Pudesse o olhar chegar onde o pensamento voa,
Seria, amiúde, fonte de alegria, outras vezes, de constrangimento!
Como há horas que mudam as nossas vidas [sem darmos conta],
Minutos que ditam enganos e desencantos,
Assim, existem momentos que trazem alegria e sorte.
Grazie!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Medos


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Há medos de todas as cores e sabores… De perder amizade, amor, respeito, valores! De não ter sorte, da morte, de dissabores… De viver, de sofrer, de envelhecer, de perder capacidades! De silêncios, de palavras, de atitudes, de actos imprudentes…
Somos humanos, por isso, medos todos temos… Alguns conseguem encará-los, meio caminho andado para vencê-los, outros fogem deles, outros, ainda, nem sequer admitem que os têm…
Associado ao medo há também um misto de fascínio e de irracionalidade…
Todas as noites se sonha acordar para a vida, sem medo dos medos…

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Coloridos

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[Re]Começo!
Outono dourado
Quentinho e estimado…
Qual anjo da guarda
Acarinhado e amado…
Como bem no Outono
Se aprende a fazer
Com mais sabedoria
e redobrado querer.
Bem-vindo!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Amanhecer

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"O que não nos mata, torna-nos mais fortes."

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Flor de inverno...

Sempre disse [saber de poeta]
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Que a nossa flor era muito peculiar…
Nascida no inverno, depois de maturada
Durante longas primaveras, Outonos e verões…
Linda, delicada, perfumada, maravilhosa,
um presente da natureza…
Não soubemos cuidá-la como merecia,
Tem levado tantos tombos que parece milagre ainda perdurar...
Mas que persiste, é um facto!
Against all odds

domingo, 18 de setembro de 2011

Des[encontros]

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Adoro palavras
Doces, inteligentes, provocadoras,
Mesmo as agressivas,
Aprendi a defender-me delas…
Mas aquilo que realmente me arrebata
São as atitudes.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Reflexo!

Quanto mais julgamos saber
Menos aprendemos.
Quanto mais consideramos amar
Menos prezamos.
Quanto mais acreditamos que evoluímos
Menos crescemos.
Quanto mais meditamos na vida dos outros
Menos nos preocupamos com a nossa.
Achamos a vida dos outros mais simples
A nossa, sempre mais complicada.
Temos sempre receitas para os outros
Raramente para nós.
Se queremos mudar alguma coisa
Comecemos, precisamente, por nós!